George Clooney volta às telas em “O CÉU DA MEIA-NOITE,” filme original da Netflix. Na trama, Clooney é Agustine, um cientista solitário em uma estação de pesquisa no Ártico, onde tenta alertar uma tripulação de astronautas que a Terra foi arruinada por uma misteriosa catástrofe global, e a última esperança são aqueles astronautas, que tem de procuram outro lugar para recomeçar a humanidade.


Está será a 9ª produção dirigida por Clooney e a primeira com temática espacial. O ator explicou que fazer um filme como esse é complicado, pela maneira como os corpos reagem no vácuo, mas que a experiência de ter trabalhado em Gravidade com Alfonso Cuarón, o ajudou a lidar com esse problema.

“Uma das coisas que aprendi trabalhando com Alfonso sobre o espaço é que, uma vez que você está em um cenário sem gravidade, não existe norte e sul ou leste ou oeste, porque isso não existe no espaço”, disse Clooney. “Para cima não é para cima e para baixo não é para baixo. Assim, a câmera pode estar de cabeça para baixo, os personagens podem estar de cabeça para baixo, e é difícil de fazer, porque você está constantemente girando a câmera e esperando não deixar todo mundo enjoado. Alfonso fez isso lindamente”.

O longa ainda conta com David Oyelowo, Tiffany Boone, Demián Bichir e Kyle Chandler no elenco. O roteiro é assinado por Mark L. Smith (O Regresso).

O Céu da Meia-Noite chega ao catálogo da Netflix no dia 23 de dezembro.


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